Eu tenho 1.67 de altura, bunduda, morena das pernas grossas e sempre morri de vontade de dar a buceta para o Renato, um amigo gostoso do meu marido. Naquela manhã ele chegou aqui em casa e eu estava fazendo uma faxina em casa e ficava subindo e descendo escadas na frente deles que conversavam sentados na sala. Eu usava uma calça legging verde explodindo de apertada. Dei um tempo de limpar o quarto e resolvi vir para a sala só para provocá-los um pouco. O meu marido é corno assumido e adora que eu me exiba para os machos, principalmente para seus amigos, mas nunca tinha me liberado para foder com um deles, por isso o meu tesão recolhido no Renato. Comecei a mexer no rack e cada agachada que eu dava, a minha bunda parecia que dobrava de tamanho. A lycra da minha calça legging apertando e moldava as curvas do meu rabo. O Renato me olhando, mas fingia não olhar porque o meu corno estava perto. A minha bucetinha babava de tesão de receber os olhares de um macho que eu queria dar para ele, eu tenho a buceta carnuda, morena bunduda e safada. Me empinava toda nos meus movimentos para limpar as coisas. Me inclinava com o corpo para a frente, as mãos apoiadas no rack, fazendo pose na frente dos dois. A bunda jogada para trás. Sem dobrar os joelhos, claro! Com a minha calcinha fio dental marcando na parte de trás da minha calça. As minhas coxas ficavam mais roliças com a lycra apertando. Os meus peitinhos quicando dentro do decote do meu top. Aí resolvi ficar de joelho para limpar embaixo do rack e deixei a minha raba toda jogada para o alto, chamando mais ainda a atenção do Renato. Fui ficando suadinha e descabelada, dando uma reboladinha a movimento e puxava maia a calça a cada agachada. Teve uma hora que fiquei com as pernas semiabertas dando a ele toda a visão do montinho inchado da minha bucetinha vista por trás. Tenho certeza de que ele estava pirando de tesão olhando a mulher do amigo dele com jeitinho de puta, com o bundão todo empinado pedindo pica. Com a minha carinha de putinha sonsa eu o encarei nos olhos e perguntei se não estava atrapalhando-os. E ali eu vi que naquele dia ia rolar, pois percebi que o amigo do meu corninho me olhou de uma maneira diferente, com um jeito de cafajeste, de canalha comedor de putinhas. A minha bucetinha pulsou na hora querendo aquela rola. Vi o volume duro na calça dele mostrando que o seu pau era bem maior que o do corno. Aí eu resolvi soltar de vez a puta que mora dentro de mim e arrumando os cabelos dei um sorriso bem safadinho para ele e me empinando toda para provocar mais, segui com a minha limpeza. De vez em quando eu olhava para trás e reparava sempre nos seus olhares cheio de desejo para minha bunda. O Renato nem tentava mais disfarçar, e vi que o meu corno também estava gostando daquilo. Eu e o meu corno tem horas que a gente não precisa falar nada, só no olhar a gente conversa entre nós, é como se fosse a nossa linguagem secreta. Eu dei aquela olhada que ele entendeu que eu queria foder o Renato, e ele devolveu um olhar dizendo que sim, que eu podia dar a buceta para ele, então eu fiz o sinal de que ele deveria sair para deixar a gente a sós e ele na mesma hora inventou que ia rapidinho no mercado pegar uma bebida para eles. Assim que ele saiu eu voltei a mexer e a limpar a TV, agora o meu rabo redondo e carnudo estava empinado e balançando na cara do Renato, a legging toda apertada me deixava mais gostosa ainda. Eu fazia de sacanagem para provocá-lo e de repente eu o senti chegando por trás e me prendendo firme entre os seus braços e colando o pau na minha bunda. Ele me pegou forte, amassou os meus peitos enquanto se esfregava o pau no meu rabo. Eu dei várias reboladas para sentir bem o tamanho do seu pau. Ele tirou o pau e passou a esfregá-lo em minha bunda por cima da calça e tentava enfiá-lo em meu cu mesmo eu vestida. Estava uma sacanagem gostosa, mas eu não resistindo, abaixei a calça e me abrindo toda ofereci minha buceta para que ele metesse todo aquele pau em mim. Ele enfiou e eu gemi gostoso. Eu estava molhadinha, chega o fundo da minha calcinha estava ensopado. nas primeiras estocadas que ele me deu eu sentia me rasgando ao meio, pois o pau dele é quase o dobro do pau do meu corno. Gozei logo e pedi mais e ele meteu forte. Eu gemia dizendo: fode a mulher do seu amigo... fode... – Ele não dizia nada só metia o pau e fungava no meu pescoço mostrando o quanto estava gostando de meter na minha bucetinha. Uma hora ele parou de meter e aí era eu quem rebolava na sua pica e pedia beijos. Enquanto nos beijávamos ele meteu mais forte e gozou dentro de minha buceta. Ele enfiou tudo e com uma mão segurava na minha barriga me puxando para que o seu pau ficasse o máximo dentro de mim e com a outra puxava o meu rosto para me beijar a boca. Estava delicioso demais daquele jeito, mas aí ouvimos o barulho do carro entrando na garagem e tive que desengatar do pau dele e arrumar a minha legging com a porra dele melando o fundo de minha calcinha fio dental. Eu estava de perninhas bambas e ele também. Quando o corno entrou eu fui para o quarto e o Renato nem aceitou a cerveja que o corno ofereceu e já foi embora, pois ele também estava cansado, da nossa foda em pé, ou com medo do corno desconfiar de algo... sei lá. Depois que ele saiu o corno foi correndo até o quarto e eu já estava deitada toda abertinha e com a buceta meladinha de porra só esperando ele; que nem perguntou nada só caiu de boca sugando cada gotinha de porra que viu. Depois de me limpar toda, o corno veio me beijar e quando meteu o pau na minha buceta me perguntou: foi gostoso, amor? Eu lhe beijei a boca e respondi: muito... vou foder mais vezes com ele!
Brenda Santos – Santos SP

Muito bom essas tranzas de ocasião! Tudo no improviso é mais gostoso
ResponderExcluir