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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

COMO FOI O MEU PRIMEIRO CHIFRE [001]

Minha esposa sempre foi super certinha, não gostava nem de ouvir eu falar palavrão, ela nasceu em um lar evangélico. Eu entrei na igreja para namorar com ela depois que casamos eu saí, me desviei, com eles dizem. No meu primeiro casamento eu fui corno da minha mulher, me separei, mas depois fiquei com vontade de levar chifres novamente, porque isso é uma porra que vicia, até quando a gente não gosta. Sempre que eu bebia falava pra ela experimentar outros caras; já que fui seu primeiro homem, mas ela ficava brava. Depois de um tempo chegou um rapaz brancão, todo bonito e começou a fazer parte da igreja e aí ela só falava no irmão Clésio pra cá, irmão Clésio pra lá e eu comecei a ficar cabreiro com essa admiração dela pelo cara. Minha esposa, gente, é uma preta da pele linda de quase 1,70 de altura, mas tem um bundão grande e seios fartos e é mais nova que eu uns dez anos. É uma delícia de gostosa, só que as roupas longas e folgadas que ela usava não deixava as pessoas verem. Mas voltando ao irmão, ela logo fez amizade com a mãe dele e volta e meia estava na casa dele e ele lá em casa, pois ela se encarregou de dar um estudo bíblico pra ele. Uma quarta feira eu fui trabalhar e machuquei a mão, quase perdendo um dedo. O encarregado me levou ao hospital e na volta me deixou na porta de casa e eu ainda insisti pra ele entrar e tomar um café, mas ele disse que não, ainda bem, pois quando eu abri a porta só vi os dois correndo nus. Estavam trepando no sofá e só deram conta da minha chegada quando eu já estava abrindo a porta. Não sei nem como o cara saiu pela porta da cozinha e foi terminar de se vestir lá fora, ela correu pro quarto e eu fui atrás e comecei a brigar, mas ela chorando me falou que fui eu quem fiz ela despertar pra isso, aí eu caí em mim e vi que realmente tinha sido eu. Fiquei bravo umas duas horas, aí ela veio toda carinhosa, chorosa pedindo perdão e eu já fiquei de pau duro e fomos transar e quando eu vi já estava pedindo pra ela não parar de dar pra ele. Resumindo, ela e ele saíram da igreja e continuam tendo um caso, eu tenho certeza de que a família dele sabe que eu sou corno, porque ela não sai da casa dele. Tem vez que eu chego do serviço e ele tá aqui, mas ele só me cumprimente e vai embora. Quando eu chego que acho ele, já sei que vou pegar ela toda meladinha. Ela diz que depois do caso dela com o Clésio eu fiquei um marido melhor, mas eu acho que ela é que ficou mais carinhosa e mais fogosa na cama, tá uma delícia nossa vida. Outro dia ela me perguntou se eu não queria que ela parasse de ficar com ele e eu falei: “nem pensar, meu amor, eu tô adorando ser o seu corno!”
Antônio José

Um comentário:

  1. Vc disse bem ! Uma vez corno sempre corno ! Eu entendo porque tambem sou e não consigo ficar sem !

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